Cozinhando Nas Alturas

O inusitado desafio de um profissional de gastronomia – cozinhar de verdade no topo do Aconcágua, a montanha mais alta das Américas.

O projeto “Cozinhando nas Alturas” foi idealizado pelo chef Idolo Giusti Neto, em parceria com uma equipe de profissionais de várias áreas, incluindo médicos, nutricionistas, jornalistas, guias, unhealthy profissionais de educação física e turismo e outros, que darão suporte, apoio e orientação técnica necessárias para o êxito da expedição. A data prevista para a viagem é final de dezembro deste ano, e a escalada terá duração indeterminada , podendo levar até 20 dias, pois eles pretendem fazer a rota de subida segura , e será uma época de natal e ano novo, pharm onde a fartura e as tradições culinárias se fazem mais presentes. Prato cheio para que possa conhecer a diversidade de cada cultura lá presente e compartilhar das tradições Brasileiras, como o Pernil assado, neste caso ele será semi-defumado e conservado em gordura suína.

“De origem italiana, portuguesa e espanhola, venho de um berço de ouro em termos culinários, com muita garra e determinação de meus avós e bisavós que chegaram ao Brasil e à Serra da Cantareira há um século.” O inusitado desafio de um profissional de gastronomia – cozinhar de verdade no topo do Aconcágua, a montanha mais alta das Américas.” – afirma o chef Idolo Giusti Neto.

“Mário Martins (careca), de origem transmontana, guarda florestal do maior parque urbano do mundo (Horto Florestal ), um apaixonado por comida, apicultor de alma e que me influencia até os dias de hoje onde sou um grande influenciado nesse projeto, pois sem seus ensinamentos e técnicas de conservação de alimentos, não seria possível essa “empreitada” de retorno as raízes, de quando não existia nem sequer energia elétrica para conservar o alimento. Já em sua época cozinhou por anos para Airton Senna e sua família, onde fomos vizinhos por anos, fez expedições grandiosas com eles para sua época, como Amazonas, Rio Negro entre outros… (inspiração adormecida em minha vida até então).

Minha inspiração surgiu ao conhecer Mike Horn, onde tive meu primeiro contato com grandes expedições, a força e a dedicação da equipe, foram essenciais para tomar minhas próprias decisões, mas cozinhar para as pessoas que buscam a conquista da subida da maior montanha das Américas, a segunda maior do mundo só sendo menor que a conquista do EVEREST. Algo me diz que desde que existem montanhas e seres humanos, os homens tem escalado montanhas, não apesar por algum objetivo útil, mas também pessoal e profissional, pelo desafio que isso representa.

Após um ano de treinamentos intensos e concentrações neste desafiador objetivo tenho em mente – chegar ao topo. À medida que as montanhas se tornaram mais conhecidas e mais acessíveis começaram a ser percorridas por homens com as mais variadas motivações. Alguns pretendiam conquistar a montanha, procurando prestígio ou simplesmente o prazer do contato com um ambiente austero, mas, ao mesmo tempo, belo e grandioso.

Cozinhar em um clima de altitude pode ser uma experiência e tanto para quem nunca fez isso antes. Mostrando que o alimento que você estava tentando cozinhar realmente não ficou como você esperava, e perceberá que gastou muito mais tempo para fazê-lo. Vamos dar uma olhada mais de perto no porque de cozinhar alimentos em altas altitudes é muito diferente de cozinhar normalmente. Primeiro você precisa entender como funciona a pressão do ar em diferentes altitudes. A pressão do ar em altitudes mais baixas, como 500 metros acima do nível do mar, é muito menor do que a 7500 metros acima do nível do mar. Você provavelmente já sabe disso se já esteve nas montanhas a pé. É bem mais difícil de recuperar o fôlego. Esta mesma variação na pressão do ar também afeta o modo de você trabalhar na sua cozinha. Nós todos sabemos que a água ferve a 100 graus, mas você sabia que a 7500 metros acima do nível do mar, a água ferve a 92 graus? Esse é um ponto crucial quando se trata de cozinhar os alimentos. Essa diferença exerce um efeito dramático sobre o sabor e o gosto do seu alimento, assim como no processo de cozimento total. Não deixe o cozinhar de alta altitude assustá-lo longe de cozinhar suas receitas favoritas para a sua família. Basta simplesmente aprender as alterações que precisam ser feitas.”

TODOS TEMOS NOSSO TEMPO CERTO PARA REALIZAR O QUE REALMENTE FOMOS FEITOS PARA FAZER!!!

Continuem a acompanhar os preparativos para esta grande viagem do chef Idolo Giusti Neto aqui no Blog Olhares.