Um ano (mais ou menos) com a Fujifilm x-t3

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Passou mais ou menos um ano desde que comecei a fotografar com a x-t3 e apesar deste mesmo ano ter sido de muitas adversidades para todos, a Fuji foi uma “revelação” para mim.

Nunca tinha trabalhado com uma câmara “mirrorless”, design apelativo “retro”, muito robusta, notando-se logo a excelente qualidade de construção e com menus de fácil acesso, a fuji responde muito bem às necessidades pessoais e profissionais dentro da fotografia a que me tenho dedicado nos últimos anos. Não desilude. Antes pelo contrário.

A nível pessoal, foi e é uma câmara que levo para qualquer lado e relembrou-me os tempos em que realizava muita fotografia de rua. Discreta e muito funcional, responde às exigências de qualidade técnica anunciada. Foi e é uma câmara que em tempos de pandemia me ajudou a superar as dificuldades inerentes a estes tempos em que o trabalho na área da fotografia sofreu bastante. Manteve-me mentalmente ativo numa altura em que o trabalho escasseia, permitindo-me continuar a fotografar numa base quase diária.

Tenho usado a Fuji em trabalhos de pesquisa de novos discursos pessoais e é aí que ela também me surpreende por ser robusta, prática e eficiente. 

Tenho ainda muito a aprender com ela mas da fotografia de viagem, à fotografia de cena, casamentos, retrato e em estúdio,  a x-t3 tem sido uma mais valia para mim como fotógrafo profissional.

Sem dúvida que a Fuji apresenta um rol de soluções para os fotógrafos, desde o mais exigente até ao amador. Aposta ganha, Fuji! Venham mais anos com ela.

 

Carlos Gomes

 

 

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